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[Deu Certo] - Electric Circus: um lugar que vale por três

Com Thiago Gil Por Leilane Freitas, Igor de Melo

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04.dez
2017

O conceito de economia criativa está ligado, basicamente, a negócios que usam o capital intelectual e a imaginação dos indivíduos para produzir e distribuir serviços e produtos. Esse tipo de negócio tem ganhado grande destaque no mundo empreendedor desde o início dos anos 90, principalmente, por abrir oportunidades para segmentos das áreas de tecnologia, arte, comunicação, gastronomia e outros campos de conhecimento ligados à criatividade.

Nesse cenário, as startups começam a surgir, mas por serem empresas embrionárias, muitas delas não contam com um lugar para colocar suas ideias em prática. Alguns empreendedores conseguem montar seus escritórios em casa mesmo, outros não. É aqui que entra o papel dos coworkings – ou escritórios colaborativos. O nome pode até parecer complicado, mas o fato é que eles existem, justamente, para facilitar a vida dos pequenos empresários.

Um desses espaços bastante conhecido em Fortaleza entre artistas, fotógrafos, designers e publicitários é o Electric Circus. O lugar surgiu a partir de um grande sonho dos amigos e sócios Caio Ferreira, Roberto Kennedy e Thiago Gil. Os dois primeiros são da capital cearense e fotógrafos, o último é formado em Publicidade e Propaganda e veio lá de São Paulo para desfrutar da terra do sol.

Quando ele chegou na cidade, começou a fazer muitos trabalhos como freelancer e precisava de um lugar para encontrar com os clientes. Foi então que os três começaram a dialogar e as ideias foram surgindo. “Começou como um coworking, mas hoje é muito mais que isso. Produzimos exposições, temos um estúdio de fotografia, fazemos projetos de publicidade, design e, recentemente, começamos a disponibilizar o nosso espaço para que outras pessoas possam oferecer oficinas e palestras”.

A galeria é o que mais tem ocupado essa turma. Além da curadoria dos artistas que expõem no espaço, os caras do Electric Circus fazem de tudo para que o dia de abertura das exposições possam atrair bastante público. “A gente costuma trazer algum tipo de show pra animar a galera e oferecemos bebidas no Electric Bar”. As principais plataformas de divulgação são as redes sociais, além, é claro, do networking que é estabelecido em cada novo trabalho produzido.

O objetivo é, principalmente, dar visibilidade para a arte urbana de maneira geral, com a colaboração de artistas locais, nacionais e até internacionais. Como aconteceu recentemente com Andres Agosín (Monk). Designer, diretor de arte e artista plástico, nasceu no Chile e cresceu na Argentina, onde se tornou uma grande referência da arte de rua na América Latina.

Serviço

Electric Circus Studio
Contato: ecircusstudio@gmail.com
Telefone: (85) 3055-4302
Facebook /Electriccircus
Instagram: @electric.circus 

Colaboradores

Leilane Freitas

Leilane Freitas

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Já se aventurou pelo mundo do teatro e da dança. Escrevia no jornal da escola mas ainda não sabia que escolheria isso como profissão. Acredita no jornalismo como uma maneira de mostrar o lado positivo dos pequenos detalhes da vida. Decidiu escrever porque, aparentemente, falar sozinha não parece ser coisa de gente em sã consciência.

Igor de Melo

Igor de Melo

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É fotógrafo profissional desde 2008. Já passou pela fotografia de esportes, cobertura social, fotojornalismo, publicidade, documental e autoral. Continua em todas. É apaixonado por esportes de ação, tatuagens, retratos e pessoas. Crê que vai conseguir contar as histórias que quer, surfar na Indonésia e viajar com a esposa.

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