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Especial

[Especial] - Uma breve história dos forrós

Por Luiza Carolina Figueiredo, Felipe Gomes, Igor de Melo, Mario Sanders
06.jul
2017

De tempo em tempo, o ritmo se modificou, até se tornar a cultura de um povo, uma identidade, um mercado. Contra o tempo, o resgate e soberania de um instrumento. Um, dois, três… e quantos forrós mais puderem ser cantados

O forró é um dos principais ritmos do Nordeste, mas aqui, no Ceará, temos uma relação bem diferente. Não somos a Capital do Forró, pois esse posto é reivindicado por Caruaru, em Pernambuco. Mas temos, em Fortaleza, a capital que mais escuta forró. E é o ano inteiro. Tanto que o senso comum diz que o cearense “tem o forró no sangue”. Acrescentaria ainda: na história e na tradição.

A festa e o ritmo nos acompanham há muito tempo e temos nossa parcela de contribuições em maiores e menores escalas. E, não é arrogância dizer, não importa que estilo musical o cearense goste ou tenha preferência, o fato é que o Ceará é, por essência e tradição, a terra dos forrós.

Histórias, suposições e uma origem controversa

Não se sabe bem ao certo quando foi e qual é a origem do forró. Algumas teorias são mais aceitas, outras ainda são vistas com desconfiança por muita gente. Uma dessas hipóteses que gera mais virar de olhos é a de que as primeiras bases do forró remontam das culturas indígena e africana, como explica Éder Soares, bailarino, professor e estudioso da dança.

“Tem até um pesquisador, o Biliu de Campina, que cita que a base do Coco (dança folclórica nordestina) vem dos primeiros rituais antropofágicos dos índios nativos, quando eles faziam as festas ritualísticas. Nelas, tinham as danças circulares na qual se batia o pé no chão para trazer os transes e toda a parte espiritual que eles acreditavam. Depois vieram os africanos para o Brasil, trazendo também suas danças em roda, mas com as músicas sincopadas, quebradas, com outra concepção de tempo. E, na lida com o coco, juntou os rituais indígenas de bater o pé no chão, cantos que duravam a noite inteira, e que começou a trazer muitas referências ao que hoje a gente conhece como coco”.

Além do Coco, o forró tem suas origens no Baião, Xote e Xaxado, três ritmos tocados pela divina trindade dos instrumentos forrozeiros: zabumba, triângulo e sanfona.

“Se você pensar na questão rítmica, vai ter que falar nos instrumentos de anunciação que eram usados nas novenas, onde a zabumba era quem anunciava a passagem do santo. Tem que pensar na umbanda e na quimbanda, que as são religiões de matriz africana que trouxeram todo esse permeio da percussão que foram canalizados para o forró, porque o atabaque, o agogô e o triângulo foram trazidos pelos negros, que é quem dá o tempero para a música brasileira. E tem ainda a influência dos europeus, com o acordeon. Se você pegar uma música do norte de Portugal, é quase o ritmo do forró tocado pelo Trio Nordestino”, explica Rodolf Forte, maestro e apresentador do programa Sanfonas do Brasil.

Para além da religiosidade, outra característica comum dos ritmos é que eles eram associados ao ambiente de festa, que é de onde vem as duas teorias mais aceitas para a origem do termo “forró”.

A primeira acredita que é uma corruptela da expressão em inglês for all (para todos) associado a bailes gringos – realizados por engenheiros britânicos instalados em Pernambuco para a construção da ferrovia Great Western – que eram abertos para todos os públicos. A segunda tese prega que forró nada mais é do que uma abreviação de “forrobodó”, também chamado de “forrobodança”, termos de origem também incerta que faziam referência a festas populares.

“As primeiras referências que a gente encontra sobre forró – Forró de Mané Vito, Forró no Escuro – era uma referência a festa, a um evento social no qual as pessoas se reuniam para dançar. Forró era um espaço de dança, como o samba. Tanto que Luiz Gonzaga cita no Forró de Maé Vito: Botei tudo no terreiro / Fiz o samba se acabar”, explica o músico e professor Raimundo Nonato Cordeiro.

O professor também acredita numa distinção do forró em mais duas etapas, além da festa, que é a de gênero – que agrupa influências, como coco, balanceio, baião, xote, arrasta pé, xaxado e até lambada -, guiada pela música instrumental de fole de oito baixos; e de estilo musical, criado a partir do mestre Luiz Gonzaga e da gaiatice de uma plateia cearense.

“O próprio Luiz Gonzaga contava, quando tentava ganhar a vida no Sudeste, que não imaginava que podia tocar no acordeon a mesma música que tocava com o pai dele nos forrós com o fole de oito baixos. E foi um grupo de cearenses que pediu pra ele tocar a música da terra dele e, se ele não tocasse, eles não iam mais colocar dinheiro no prato. Então seu Luiz preparou o vira e mexe e o pé de serra, e fez a alegria deles. Depois disso, voltou pro programa do Ari Barroso, onde só tirava três tocando valsa, e tirou cinco tocando forró e ganhou um contrato”.

E abriu o caminho para toda essa gente que veio depois dele. Alguns, inclusive, ajudando diretamente, com instrumentos e contatos, artistas como Marinês, Abdias e Dominguinhos. Este último sendo integrante da chamada por muitos de “santíssima trindade” do forró ao lado de Sivuca e Oswaldinho.

A figura central dos cantores também dividia as atenções com os trios – como o Trio Nordestino, Os Três do Nordeste e o Trio Nortista -, que foram, aos poucos, acelerando o ritmo do forró. Essa velocidade ganha seu ápice com a figura de Paulo Ney e seu Conjunto, “porque ele tocava rápido e cinco horas de forró. Enquanto a maioria tocava duas, fazia um intervalo pra descansar e depois voltar, o Paulo Ney tocava direto, porque tinha dois times de banda. E isso influenciou muito o que eu chamo de Forró das Bandas (hoje chamado de Forró das Antigas), que veio logo depois”.

O surgimento do forró eletrônico

Entre as diversas fases que construíram o forró cearense como conhecemos hoje, uma foi decisiva. Nas extremidades de um Brasil do fim dos anos 70 e início dos 80, ainda pouco desenvolvido e centralizado no eixo Sul-Sudeste, se fez a plural música da Região Norte. O sinal das rádios caribenhas, à época, mais fácil de ser captado em determinadas localidades que o das rádios nacionais, foi influenciador na criação das sonoridades que deram origem ao Carimbó, a Guitarrada e por fim, a Lambada.

Sobre a última, historiadores divergem em relação ao seu marco inicial. O que se sabe ao certo é que, apesar de ter surgido no Norte, foi a partir do sul da Bahia, mais precisamente em Porto Seguro, que ganhou o país como ritmo musical e dança.

Em meados dos anos 80, a explosão de diversos expoentes da lambada, como Beto Barbosa, Sidney Magal e o grupo Kaoma, foi o ponto de partida para que a sonoridade influenciasse diversos outros ritmos tradicionais brasileiros. O forró, que ainda não havia se renovado consideravelmente depois de Luiz Gonzaga, foi uma dessas sonoridades. Da união deu origem ao que se convencionou chamar de Forró Eletrônico.

“Eu gostava muito de dançar forró. Naquela época, 26 anos atrás, só existia banda de baile. Notei que toda vez que começava a tocar forró o salão ficava cheio. Comecei a trabalhar com a Black Banda e pedia pra que eles tocassem forró, mas eles achavam que era brega. Depois montei a Banda Aquarius e eles também tinham vergonha. Foi aí que eu decidi montar uma banda com gente que era do Forró mesmo”.

As aspas são de um nome pelo qual não se pode falar em forró sem fazer referência. Nos idos da década de 90, Emanuel Gurgel era o homem forte por trás do mercado que se formou em torno do ritmo. Foi dele a ideia de tirar o forró dos clubes, em que se tocava as já tradicionais composições do Baião e do Xaxado e dar uma nova cara, adicionando guitarra, bateria e metais ao som tradicional da cultura nordestina.

Na difícil tarefa de levar o forró para outro patamar, Emanuel agregou em torno de uma banda músicos que já desenvolviam um trabalho relativamente respeitado no forró. Marabá, Neto e Canário – de Iguatu; da Serrinha, Ivonildo e Lambidinha – baixista e guitarrista respectivamente. A esse grupo se somaram Bete Nascimento e Kátia Cilene e assim se dava início ao Mastruz com Leite.

Do caderno de poesias para o rádio

Paralelo ao movimento que pretendia colocar o Forró em outro patamar com o Mastruz com Leite, a carreira de Eliane, mais conhecida com a Rainha do estilo musical, avançava. Enquanto o sucesso “Quando será” ganhava o país, uma fã da cantora escrevia em um caderninho poesias que mais tarde virariam grandes hits.

Rita de Cássia era só uma menina de Alto Santo, cidade a 245 km de Fortaleza, quando a força de suas composições atravessou fronteiras. De família forrozeira, a tímida garota teve de enfrentar a resistência da mãe que não queria saber de um futuro artístico para a filha. Depois de muita insistência, passou a integrar como cantora a banda Som do Norte.

Foi com a Som do Norte que as primeiras composições de Rita ganharam o mundo. “Coloquei as músicas no repertório e quando perguntavam de quem era, dizia que tinha ouvido no rádio e aprendido. Tinha vergonha de dizer que era minha”.

“Brilho da Lua” era uma das canções que mais se destacava no repertório e, pouco a pouco, ia conquistando também músicos da região que passaram a usá-la em seus shows. Não demorou muito para o sucesso chegar a Fortaleza. Na corrida pela compositora do sucesso, Eliane chegou primeiro e gravou a canção. O contato entre Rita e Emanuel Gurgel se deu nesse mesmo tempo e a vontade do empresário em ter suas composições no Mastruz com Leite também.

O Mastruz, em seu primeiro disco, já havia gravado a música Sonho Real de autoria de Rita – salva essa exceção as demais músicas eram regravações de sucessos do sertanejo e de outros ritmos por falta de profissionais que escrevessem músicas para o forró -, mas para Emanuel faltava um grande hit.

Foi o auge das vaquejadas e a novela “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, da extinta TV Manchete, que inspiraram Rita de Cássia a compor a música que é um verdadeiro marco para o forró. O sucesso “Meu Vaqueiro, meu peão” estava no segundo disco da banda que, nessa fase, viveu o ápice do sucesso.

A ligação, a vinheta e “valeu boi!”

Antes de Kátia Cilene cantar os primeiros versos da emblemática “Meu vaqueiro, meu peão”, uma internação e a refação de todo um disco para acrescentar uma frase foram alguns dos fatos que dão um charme todo especial a história da música que, em 2017, completa 24 anos.

Rita de Cássia estava internada tratando uma pneumonia quando recebeu uma ligação de Emanuel Gurgel. “Sonho Real” não tinha feito tanto sucesso quanto “Brilho da Lua”, composição que o Mastruz com Leite havia perdido para Eliane, e para Emanuel Gurgel um novo disco pedia um novo sucesso. Foi por telefone mesmo que Rita apresentou a canção. “Eu cantando cansada por conta da pneumonia. Errei a primeira vez e aí cantei de novo e deu certo”.

Impossibilitada de vir a Fortaleza, Emanuel fez com que a estrutura da SomZoom fosse até Alto Santo. Com um mini estúdio montado dentro de casa, Rita começou a mostrar as composições de seu caderninho e gravá-las – ela brinca que não eram mais de cinco letras, mas que dessas, foram escolhidas quatro. A narrativa do sertão somada a uma história de amor era um sucesso eminente, mas ainda faltava um toque de inovação.

As vinhetas, que são as frases de efeito que entram no meio da música – do tipo: “Mastruz com Leite, a preferida do Brasil”, foram responsáveis por identificar a Mastruz com Leite nas rádios e assim impulsionar a venda de discos e shows. “Quando mandaram as provas do disco do estúdio percebi que tinham tirado as vinhetas. Botei a Kátia Cilene na cabine de uma Toyota que eu tinha, os músicos foram com os instrumentos na parte de trás e nós fomos colocar tudo de novo”. Lembra Emanuel Gurgel.

O empresário acredita que a sacada das vinhetas é proporcional a descoberta da pólvora pelos chineses, tamanho o efeito. Aquela altura o preconceito ainda impedia que o forró chegasse ao resto do país. A solução encontrada foi o aluguel de espaços em emissoras de diversas cidades. “O pessoal só queria tocar forró em junho”.

Com espaços nas rádios, CD’s sendo vendidos e aparições nas emissoras de televisão, o movimento Forró se fortaleceu e agregou novos compositores. Entre eles se destacam Luiz Fidélis, Ferreira Filho, Rômulo Santarray, Didi Barros e Cláudio Melo.

“Nós estamos fazendo um concurso via internet para a nova cantora da Mastruz com Leite e o que eu tinha faltando, na época em que a gente começou, hoje tenho de sobra. Há 25 anos o Forró como a gente conhece era uma ideia. Hoje é um mercado perfeito e funcionando”.

A saudade de um tempo não vivido

O chamado Forró Eletrônico se tornou um grande nicho de mercado. As condições precárias do início deram lugar às grandes estruturas de expoentes como Wesley Safadão e Aviões do Forró. Outros sucessos, como o “Coração” de Dorgival Dantas também correram o Brasil e, em 25 anos, esse verdadeiro movimento aprendeu a se reinventar constantemente.

Os shows, que antes eram feitos para alavancar a venda de discos, passaram a ser oportunidades de distribuição de CD’s gratuitos. Na mesma época, versões de músicas internacionais e milhares de novas bandas. Limão com Mel, Magníficos, Líbanos, Noda de Caju, Tropikália, Calcinha Preta e Forró Moral, isso só para citar algumas. Os anos 2000 também trouxeram a popularização da internet e com ela, a invasão da privacidade dos cantores e o streaming.

Mas e se a gente pudesse voltar aos tempos do Obá Obá, no início do Forró Eletrônico? Quase que de forma simultânea um movimento de resgate surgiu a partir de diversas pessoas e ganhou força rapidamente.

O perfil @euamoforrodasantigas foi uma das ideias que buscam celebrar esse primeiro momento do Forró Eletrônico. A conta no Instagram é administrada por um saudoso de tempos não vividos. Junior Vidal tem 23 anos e nasceu no exato ano em que “Meu vaqueiro, meu peão” foi lançada. O sucesso que atravessa gerações era uma das muitas músicas que sua mãe ouvia.

Assim como a conta no Instagram, a festa Forró das Antigas, que é realizada diversas vezes por ano em diferentes cidades nordestinas, prova que o forró do século passado ainda tem espaço. Para Júnior Vidal, uma coisa não exclui a outra. “Acredito que devem ter muitas pessoas que escutam as músicas de agora, mas que também sentem saudades do tempo da Mastruz, assim como quem viveu aquela época também ouve os forrós de hoje”.

Assim como o Forró das Antigas, diversos outros movimentos que originaram a cultura do Forró são preservados. O Forró de Gafieira, no Clube Santa Cruz; os shows tradicionais do Kukukaya; o Mela, na Barra do Ceará e tantos outros forrós que formaram essa verdadeira tradição nordestina.

Tantos momentos, tempos, histórias e uma soberana conduzindo a dança da vida. Entre a guitarra e os metais, saem a zabumba e o triângulo. A batida já não lembra o baião, mas ela permanece inteira e imutável. Vossa Majestade, a Sanfona.

“Um negócio diferente”

Paralelo a essas mudanças que ocorreram no ritmo, houve aqueles que nunca se afastaram do forró tradicional, os sanfoneiros. “E aqui nós temos o que há de melhor. Os maiores acordeonistas desta República são cearenses”, garante o maestro Rodolf Forte.

Rodolf sabe do que está falando, pois além de ser acordeonista, tem oito anos dedicados à sanfona só na televisão, como o programa Sanfonas do Brasil, na TV Ceará. “Não se pode falar de forró sem colocar a sanfona em primeiro lugar. Porque sem ela, não existe forró. Ela representa uma coluna da música brasileira. É um instrumento de sopro e portátil que pode ser tocada em todos os encontros: na fazenda mais distante, na casa mais urbana, dentro do barco, em cima da serra. E ela tem uma sonoridade que nenhum outro instrumento tem. Então ela é a representação maior do forró, porque traz a nordestinidade”.

Waldonys acrescenta ainda: “A importância da sanfona para o forró é a mesma do coração para o corpo humano”. E isso vem de quem ganhou uma diretamente do mestre Luiz Gonzaga. Ele mostra com orgulho a assinatura no fole, onde se lê “tio Lula”. Isso porque, ainda menino, Waldonys tocou para Luiz Gonzaga e foi chamado de “garoto atrevido”, porque era “muito atrevimento tocar sanfona daquele jeito com apenas 15 anos de idade”.

O sanfoneiro conta que, durante muito tempo, teve que fazer resistência a muitos empresários que o aconselhavam a mudar e seguir “essa nova onda”. “Mas sempre acreditei no que faço e dizia pra que me deixassem no chão. Porque o comercialzão é muito voraz. Ele é hoje, mas não é amanhã. E eu nunca deixei de fazer show. Hoje, a coisa começa a ficar diferente e os contratantes querem chamar o Waldonys, ou o Flávio José, porque eles fazem um negócio diferente. Porque a gente tem público e é um público carente disso, pois a grande maioria dos artistas saiu (do forró tradicional)”.

Para ele, o mais importante para um músico é mostrar a sua forma de pensar e deixar uma história musicalmente falando, deixar a sua verdade e o seu legado. Como fez Luiz Gonzaga que deixou, para o mundo, o forró.

Colaboradores

Luiza Carolina Figueiredo

Luiza Carolina Figueiredo

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Apesar de jornalista, sonha com ficção e, por isso, fica animada em ouvir os causos dos outros - quem sabe não tira inspiração para um futuro romance? Acredita que, se escrever de tudo um pouco, um dia vai conseguir a história que realmente quer. Leitora compulsiva, está sempre com um livro ou HQ nas mãos (ou na bolsa). É meio tímida, mas tem um bichinho tagarela dentro dela que, quando começa a falar, quase não para. E se a conversa for geek, então...

Felipe Gomes

Felipe Gomes

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Soube desde de cedo que iria ser jornalista. Ainda é quase. Com as histórias de uma Fortaleza de outros tempos, contadas pela bisavó, aprendeu a ouvir. Entrou na faculdade para falar de coisas. Vai sair querendo falar de pessoas. Valoriza o olho no olho, admira o cinema francês e adora música.

Igor de Melo

Igor de Melo

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É fotógrafo profissional desde 2008. Já passou pela fotografia de esportes, cobertura social, fotojornalismo, publicidade, documental e autoral. Continua em todas. É apaixonado por esportes de ação, tatuagens, retratos e pessoas. Crê que vai conseguir contar as histórias que quer, surfar na Indonésia e viajar com a esposa.

Mario Sanders

Mario Sanders

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Filho de Dona Alzira, artista plástico, ilustrador, designer gráfico, artista prático. Nasceu em Aquiraz, mas veio pintar e bordar em Fortaleza. É ouvinte de Nick Cave, Tom Waits, David Bowie, Tom Zé, Mundo Livre, Arnaldo Baptista, Jorge Mautner, Chico Science, mas especialmente dos bilros de fazer renda de Dona Alzira.

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